Bendito seja o estrangeirismo que permite colocar alguns termos em inglês para explicarmos melhor sobre as coisas! Você já ouviu falar sobre o termo Pink Money e a relação dele com o mercado? Vamos por partes, pra não ficar complicado!

Assim como outros termos existentes como Green Money – o money sustentável – e Black Money, com reafirmação de posição de empresas comandadas por pessoas negras, respectivamente, o Pink Money tem a ver com o consumo, poder de compra e dinheiro gasto por pessoas que fazem parte do grupo LGBTQIA+, com a aquisição de produtos e serviços que representem essa bandeira.

 

Mas por que existe o Pink Money, Benditinho?

De acordo com uma pesquisa que eu fiz aqui, ainda antes da pandemia, em 2018, a comunidade LGBTQIA+ fez um dinheirão circular com esse tipo de consumo! Aproximadamente 3,7 trilhões de dólares foram levantados no mundo; sendo apenas no Brasil 103,7 bilhões desse valor. É mucha plata, abençoado!

Mas não apenas se tratando de dinheiro, o discurso é muito importante para representar esse grupo, já que infelizmente, é um dos grupos que mais sofre violência e preconceito no mundo. E o papai lá de cima não gosta disso não! 

O discurso mais preocupado com esses grupos é utilizado como uma forma de cativar, mas pode ser até oportunista em algumas situações. Mas quem sou eu pra causar intrigas, não é mesmo? Aqui a gente não faz fofoca, porque é pecado! hahaha. O importante é entender que o Pink Money é uma baita de uma estratégia de lucro e influência!

Pink Money: Evoluindo o mercado e o consumo

Vamos resumir: a atração do público LGBTQIA+ não pode perder oportunidades. É aquela história: não pode dormir no ponto. Uma empresa interessada em expandir sua clientela precisa ter como meta construir uma cultura onde qualquer cliente, assim como o colaborador, possa expressar sua identidade com orgulho. 

Não se trata de transformar seu estabelecimento em uma versão LBGTQIA+, mas sim de compreender o caminho da evolução (Aleluia!) da prestação de serviços e oferecer conforto, empatia, compaixão e gentileza para a diversidade.

Não só a empresa, mas as marcas também decidiram evoluir e atender as demandas do mercado. Algumas empresas como a Netflix sabe do seu público, então decidiu criar uma brand persona que também atendesse às necessidades do tipo de comunicação mais identitário com o grupo. TÁ PASSADAH? Entendeu tudinho, meu abençoado? Olha só como o tom de voz e a posição da marca fazem toda a diferença para a identidade, construção e consequentemente para o mercado e o consumo!

Ficou curioso sobre outros assuntos sobre o mercado, principalmente com tendências e o digital?

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